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Deputado deixa presidência do PSDB para buscar Senado; nova eleição será na sexta

Data: Segunda-feira, 06/11/2017 09:39
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Foto: Reprodução

Assim como a Executiva Nacional, o PSDB em Mato Grosso se prepara para uma nova eleição interna. Atualmente, a legenda é presidida pelo deputado federal Nilson Leitão, que está na função há seis anos e já pretendia se licenciar no fim deste ano, dando lugar ao vice-presidente Rogério Salles.

O parlamentar trabalha para viabilizar e fortalecer sua candidatura ao Senado em 2018. De acordo com Leitão, a definição pela eleição da nova diretoria foi encontrada em uma reunião na manhã da última quarta (1). A eleição será realizada em 10 de novembro, às 17h30, na sede do partido, no bairro Santa Rosa.

Entre os nomes que estão cotados para disputar o cargo estão os do ex-vereador por Cuiabá Paulo Borges e o secretário de Desenvolvimento Econômico Carlos Avalone, presidente municipal da sigla até ano que vem.

O nome de Paulo já teria sido uma indicação de Rogério e do deputado estadual Guilherme Maluf. Há um entendimento de alguns membros do partido que o novo presidente deve ser alguém que não seja candidato em 2018. Avalone, que é suplente na Assembleia, deve buscar uma vaga no Legislativo estadual. Além disso, tem seu nome citado na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

O próximo presidente terá grande importância na articulação política para buscar fortalecer a eventual candidatura do governador Pedro Taques (PSDB) à reeleição. Além disso, também será fundamental para viabilizar uma chapa tendo Leitão como candidato ao Senado.

Eleição Nacional

Em dezembro, o PSDB irá realizar a eleição para seu presidente nacional. Atualmente, o “ninho” está sendo comandado pelo senador Tasso Jareissati, que assumiu a função no lugar o senador Aécio Neves.

A Convenção Nacional do PSDB está marcada para 9 de dezembro. Ainda não há, oficialmente, candidatos ao posto. O governador de Goiás, Marconi Perillo, já confirmou que será candidato e conta com o apoio das lideranças de Mato Grosso e daqueles que defendem a continuidade da aliança do partido com o presidente Michel Temer (PMDB).

Tasso é outro nome que deve disputar, no entanto, ele não confirmou oficialmente entrar na disputa. Para se candidatar, Tasso terá que deixar a presidência, que ocupa de forma interina.

Airton Marques

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